Onde Francis Drake levou no touti�o
Com as for�as retemperadas, saimos entao do parque do serrao.
Depois da benesse de ir sempre a descer para Aljezur a velocidades alucinantes, fomos castigados com varias subidas, o que ja estavamos � espera.
Em Alfambra (ver foto) tomamos o rumo de Sagres e fizemos a pausa da manha em Carrapateira. Esta pequena localidade parece ser um daqueles sitios secretos que s� os surfistas conhecem. Todo o ambiente, as pessoas, o bar e a sua musica apontavam para isso.
Nao faltava a loja de material de surf e a indica�ao para o local das aulas de surf (estas a tomar nota Diogo ?).
Depois do gelado e do caf� da praxe l� partimos para um percurso sempre a subir e a descer.
Apesar de nao ter sido p�o mole, tambem nao foi tao dificil quanto receavamos.
Para isso contribuiu certamante o descanso do dia anterior.
Os km l� se foram fazendo paramos para almo�ar um peixito fresco em Vila do Bispo.
No caminho para este local passamos por um enorme parque eolico, o maior que eu ja vi em Portugal. (Pedro, � mesmo assim ?)
Vi uma torre de vigia perto deste local, mas nao consegui detectar nenhuma camera Ciclope (inovianos, est� aqui uma oportunidade de negocio :-) )
Perto das 15h30 acordamos da sesta com o barulho de um grupo de pessoas que passava pelo jardim (um dia destes ainda vamos presos por vadiagem :-) ), e pomo-nos a caminho.
Depois duma pequena subida � sempre a descer at� Sagres e pomo-nos l� num instante.
Uns poucos km em direccao ao cabo de S. Vicente damos com o parque onde nos instalamos.
De seguida regressamos a Sagres e visitamos a fortaleza que heroicamente nos defendeu dos ataques de Francis Drake.
Ja se faz tarde e jantamos ao largo de uma enseada que protege alguns veleiros.
Ao jantar damos conta que hoje foi o dia que andamos mais (61 km) e de todo o percuso que fizemos (344 km at� agora) e nao deixamos de ficar espantados com n�s mesmos !
� mesmo verdade ! Conseguimos percorrer toda a costa suldoeste litoral e chegar onde se cruzam o Atlantico e o Mediterraneo.
Guardamos para amanha a visita ao cabo, e depois de regressamos ao parque e albardarmos as montadas, seguiremos para Lagos.
Depois da benesse de ir sempre a descer para Aljezur a velocidades alucinantes, fomos castigados com varias subidas, o que ja estavamos � espera.
Em Alfambra (ver foto) tomamos o rumo de Sagres e fizemos a pausa da manha em Carrapateira. Esta pequena localidade parece ser um daqueles sitios secretos que s� os surfistas conhecem. Todo o ambiente, as pessoas, o bar e a sua musica apontavam para isso.
Nao faltava a loja de material de surf e a indica�ao para o local das aulas de surf (estas a tomar nota Diogo ?).
Depois do gelado e do caf� da praxe l� partimos para um percurso sempre a subir e a descer.
Apesar de nao ter sido p�o mole, tambem nao foi tao dificil quanto receavamos.
Para isso contribuiu certamante o descanso do dia anterior.
Os km l� se foram fazendo paramos para almo�ar um peixito fresco em Vila do Bispo.
No caminho para este local passamos por um enorme parque eolico, o maior que eu ja vi em Portugal. (Pedro, � mesmo assim ?)
Vi uma torre de vigia perto deste local, mas nao consegui detectar nenhuma camera Ciclope (inovianos, est� aqui uma oportunidade de negocio :-) )
Perto das 15h30 acordamos da sesta com o barulho de um grupo de pessoas que passava pelo jardim (um dia destes ainda vamos presos por vadiagem :-) ), e pomo-nos a caminho.
Depois duma pequena subida � sempre a descer at� Sagres e pomo-nos l� num instante.
Uns poucos km em direccao ao cabo de S. Vicente damos com o parque onde nos instalamos.
De seguida regressamos a Sagres e visitamos a fortaleza que heroicamente nos defendeu dos ataques de Francis Drake.
Ja se faz tarde e jantamos ao largo de uma enseada que protege alguns veleiros.
Ao jantar damos conta que hoje foi o dia que andamos mais (61 km) e de todo o percuso que fizemos (344 km at� agora) e nao deixamos de ficar espantados com n�s mesmos !
� mesmo verdade ! Conseguimos percorrer toda a costa suldoeste litoral e chegar onde se cruzam o Atlantico e o Mediterraneo.
Guardamos para amanha a visita ao cabo, e depois de regressamos ao parque e albardarmos as montadas, seguiremos para Lagos.


2 Comments:
Bom...é que temos de definir "tamanho" do parque eólico.
Em potência não é certamente e em número de torres também quase de certeza que não é. Hoje cada torre já tem uma potência instalada de 2 MW!!
Ó Carlitos, eu sei que já fizeram muito kms...mas até ao Mediterrâneo ainda te faltam uns tantos...Algeciras ainda é longe .-)))
Boa pedala até Laaágos! Se dpeois forem a Silves, vale a pena ver a Fábrica da Inglês (para quem goste de arquelogia industrial). Mais para os lados de Loulé...váo até lá? a Serra Algarvia tem coisas giras (para além de subidas!)..como por exmeplo a Rocha da Pena.
Conclusão: anjo sem asas não voa, pedala! E ainda por cima com uma cordeira atrás. E não te esqueças, ó Teresa: cordeira que barrega, pedalada que perde.
Isto é só para animar para as subidas, porque nas descidas vejo que não se atrapalham. Tenham cuidado com os limites de velocidade.
Vejo que a viagem corre bem e desejo que assim seja até ao fim.
Deixo-vos um abraço e que o S. Vicente vos acuda.
PS. Olhem que o descanso não se faz só de passeio, naõ se esqueçam de ir à missa no domingo.
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